Bom, a idéia de interatividade é até simples. Se antes a intenção da comunicação era enviar uma mensagem que o receptor pudesse receber (uma simples transmissão), hoje o que realmente importa é fazer com que esse receptor responda essa mensagem. É nesse contato e nessa participação ativa do receptor que se baseia a interatividade. Ou seja, permitir que o usuário/cliente/receptor interaja e realize intervenções naquela informação inicial “disparada” pelo emissor, gerando conteúdo e sentido. Fazer com que ele a utilize de diversas formas, como mais lhe agradar, e ainda garantir que essa informação o ajude e seja útil em seu dia a dia.
Se disse que a idéia era simples, não dá pra dizer o mesmo das estratégias que levam a interatividade. Criar um relacionamento realmente interativo é um processo cada vez mais difícil e requer planejamento. Como fazer o consumidor parar na frente do computador, do celular, de um PDV e tirar um tempo pra interagir? Como fazer com que ele crie conteúdo ao mesmo tempo que conhece a sua marca? Como fazer com que ele se interesse pelos seus aplicativos e considere a utilidade de usá-los no dia a dia?
Conhecer seu público, saber onde ele se encontra e o que ele espera de uma marca é extremamente essencial. Para isso acontecer, diversas marcas tem dado seus primeiros passos em busca da interatividade. A Nokia reviveu o clássico “snake”. O que você vai fazer?
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